Relato de parto da Laryssa, nascimento do José Elias

01.

Sempre imaginei que o José fosse nascer lá pelas 37 semanas, pois eu tive alguns sintomas que indicavam que ele poderia vir antes. A DPP era para 19 de fevereiro. Dia 15-02 saiu um pedaço do tampão mucoso, fiquei super ansiosa pensando que nasceria logo. Dia 16, mais tampão e depois nada! Na quarta feira dia 22 comecei a sentir muitas contrações na parte da tarde, o que me deixou animada pois até então só tinha contrações durante a noite. Na quinta dia 23 as 08:30 mais ou menos saiu tampão com sangue, alegria total! E durante todo esse processo eu em contato com as Doulas Marília, Jéssica, Letícia Tami e a Lua, e com o meu médico obstetra Dr. Vinícius Fernandes pelo whatsapp. Mandei a foto para elas que ficaram felizes pois o colo estava trabalhando. Comecei então a marcar o intervalo entre as contrações que variavam de 5 a 10 minutos com duração de 40 a 57 segundos. A Lê – Doula da equipe – perguntou se poderia ir até a minha casa para me ver, eu disse que sim e ela foi. Médico e Doulas me orientaram a tocar a vida normalmente, mas aproveitar para me alimentar, hidratar e descansar sempre que possível pois o trabalho de parto estava próximo.
Desde quando começou a sair o tampão, eu forrei a cama do meu lado com uma capa de chuva que o marido usa em acampamentos e coloquei toalha em cima, porque vai que a bolsa estoura durante a noite e estraga meu colchão, né?!.

 

40 semanas e 5 dias de gestação – Madrugada de sexta feira dia 24: fui acordada por uma contração. Sim, doeu. Não dei bola, voltei a dormir. Acordei com outra, dormi de novo. Acordei com outra, levantei, fui ao banheiro fazer xixi e voltei pra cama – estava dormindo no quarto junto com meu filho Benjamim. Não consegui mais dormir por causa das dores das contrações. Fui pro meu quarto, cutuquei o marido e disse: “Acorda, acho que chegou a hora!”. Ele deu um pulo da cama, foi beber água, pegamos a capa de chuva no quarto do Benjamim e colocamos no nosso colchão. Ficamos deitados, até que a próxima contração chegou. 02:42 – Me ajoelhei em cima da cama e enquanto sentia a contração eis que escuto o famoso “PLOC”. Eu: “Amor, vc ouviu isso? Fez PLOC, minha bolsa estourou!”. Ele: “não ouvi”. Ele se levantou, acendeu a luz e viu que estava saindo água e pingando na toalha. Uhuuuuu, alegria total!!!! Mandei mensagem para as Doulas e para o Dr. Vini. Como o meu estrepto deu positivo, o Dr. Vini pediu para que eu já fosse para o hospital para tomar o antibiótico. Marido foi tomar banho, e colocar o pão de queijo para assar. Liguei para a minha mãe e pedi para ela e meu pai irem até em casa ficar com o Benjamim. Liguei também para a Lygia que é fotógrafa e amiga. Meus pais chegaram, eu pintei a barriga, tiramos fotos e fomos marido e eu para o hospital.

 

04:00 chegamos no hospital – Desci do carro, levei minha mala de dinossauros e o marido carregou o resto (bolsa com água, gatorade, chocolate, pão de queijo e mel), bolsa com câmera fotográfica, minha bolsa pessoal e os documentos necessários para fazer a internação. Chegando na portaria do pronto socorro, o porteiro especulando se o bebê já iria nascer, se iria demorar, se estava na hora. Avisamos que a bolsa havia rompido e então ele nos deixou entrar. A moça que cuida da parte de internação queria saber para que horas estava marcado o parto normal! Oi? Kkkkkk…. “É parto normal moça, não tem hora marcada”. Logo chega a enfermeira da triagem. A Lê chegou também. Ela ficou comigo enquanto o marido cuidava da papelada. Enfermeira veio com uma cadeira de rodas e me pediu para sentar que ela me levaria para o quarto. Eu disse que não iria, ela disse que tinha que ser de cadeira, eu falei mais alto e disse que iria andando. Ela disse “Você quem sabe!” e fez uma cara de….Claro que eu que sei né moça, é meu parto, meu corpo, minhas escolhas. Ela pediu para outro enfermeiro me acompanhar, ficou chateada kkkkkk.

 

Chegamos na sala de avaliação, troquei de roupa, mediram minha pressão, fizeram cardiotoco e toque. Foi necessário fazer para poder avisar o Dr. Vini para ele saber como estava o andamento do trabalho de parto. 3 para 4 de dilatação, Oba!!! Fomos para o quarto e ficamos conversando até umas 08:00. Como as contrações estavam bem irregulares e eu não estava sentindo muita dor quando elas vinham, marido e eu falamos para a Lê que ela poderia ir para casa descansar e quando o “bicho” pegasse eu avisaria e ela voltaria. A Lê foi embora. Mandei msg para a Lygia e disse que quando estive em trabalho de parto ativo, eu avisava. Pedi para o marido fazer uma oração enquanto eu ainda estava lúcida, para que Deus conduzisse todo o trabalho de parto e que José chegasse cheio de saúde e bem. Conversamos, rimos, postamos fotos na internet , conversamos com amigos e familiares via redes sociais. Dr. Vini apareceu para ver como estávamos e para nos desejar um bom parto. Por volta das 09:20 as contrações começaram a vir com menos intervalos e quando elas vinham eu já vocalizava e esquecia tudo ao meu redor. Começamos a monitorar, elas estavam com intervalos de 4 minutos, 3 minutos e meio e duração de 50 segundos mais ou menos. Como elas começaram a vir com mais frequência, mandei msg pra Lê que voltou rapidinho. Também avisei a Lygia que chegou logo depois.

 

Trabalho de Parto Ativo 10:20 – Contrações, muita dor, começou a bater cansaço, sono, me lembro de pedir água e Gatorade durante quase todo o processo. Ahh, quase que me esqueci de falar: o líquido amniótico estava super limpinho durante todo o tempo. Ainda conseguia conversar entre as contrações. Enfermeira chegou no quarto para fazer cardiotoco, 20 minutos sentada na cama com contrações fortes. José estava quietinho, estávamos nos conectando. Por ele estar sem se mexer, tivemos que fazer mais 20 minutos de cardiotoco, mas dessa vez virada para o lado esquerdo. Foi horrível, sério! As contrações vinham eu não conseguia relaxar por conta da posição, mas a Lê me fazia massagens na lombar e aliviam um pouco. Foram os 40 minutos mais longos da minha vida. Chupei melzinho e José começou a mexer, a enfermeira ficou feliz e me perguntou se eu queria que ela fizesse um toque porque já aproveitava e passava para o Dr. Vini como estava a evolução do parto junto com o resultado do cardiotoco. Eu disse que tudo bem, também estava curiosa para saber como estava. Para minha tristeza: 5 de dilatação! Confesso que fiquei super decepcionada. Pensei: “ Mais de 5 horas e só 1cm de dilatação? Vai demorar muito”. Sei que o Dr. Vini apareceu no horário do almoço para ver como estavam as coisas, mas confesso que não me lembro muito bem o que conversamos kkkkkk . Lembro que ele disse que nasceria provavelmente no final do dia. As contrações vinham e me apoiava na cama com os braços e o peito, e jogava o quadril para trás e a Lê fazia massagem. Ou então eu me ajoelhava no chão e apoiava o tronco na cadeira. Fui para o chuveiro, sentei na bola e deixei a água cair na barriga e na lombar. Que delicia, a água super quente quase que tirava a dor. Eu já me sentia exausta, de verdade! Não sei que horas eram, mas sei que disse que queria ir para a cama para tentar dormir um pouco. Fui para cama mas não consegui deitar pois as dores estavam demais. A Lê sugeriu colocar a bola em cima da cama e eu me apoiar nela. Foi bom só por uns minutos. Eis que teve um momento que quando olho para o lado vejo a Lu – Luciana é enfermeira obstétrica no hospital. Quando pari o Benjamim, foi ela quem esteve ao meu lado e olha que incrível, ela estaria ao meu lado novamente. Foi muuuuuito amor – eu sorri, disse alguma coisa que não me lembro e dei um abraço nela. Nesse momento o marido saiu para comprar lanche e comprar um presente para o José entregar para o Benjamim quando ele fosse conhecê-lo.

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Partolândia – Para quem não sabe, recebe o nome de Partolândia o momento do parto em que as dores estão mais intensas e a parturiente já não raciocina mais. Geralmente nesse momento as contrações tem intervalos de 30 segundos mais ou menos, ou seja, muita dor e pouco tempo para alívio. Nesse momento muitas mulheres pensam em desistir pela exaustão, e começam a falar que não vão conseguir, que estão cansadas demais, que a dor está insuportável, pedem por analgesia ou até mesmo uma cirurgia cesariana. Pois bem. Cheguei na partolândia. Comecei a falar para a Lê que eu estava exausta, que não estava aguentando mais, e ela sempre me dizendo que estava tudo bem, que faltava pouco, que era assim mesmo, que eu estava maravilhosa parindo e que logo o José chegaria. Comecei a sentir vontade de fazer cocô. Falei que queria fazer e a Lê deu risada e me disse que não era cocô. Marido chegou e me levou ao banheiro. Chegando lá eu comecei a chorar, disse pra ele que não queria mais, que queria descansar, dormir um pouco, que a dor estava insuportável e cheguei até a falar que queria analgesia para descansar um pouco. Para minha surpresa, meu marido com toda a delicadeza que o momento pedia, com todo o amor que ele sente por mim, me olhou bem nos olhos, segurou minha mão e disse “Vc não quer analgesia, vc sabe que é assim mesmo, vc está falando isso pq está no fim. O José está chegando. Vc não pediu que Deus te desse um parto rápido? Então, está acontecendo! Vc está com vontade de fazer cocô. Não é isso, são os puxos. Vai lá e faz força porque o José já está ai!”, UAU! Que homem, que marido!!!! Aquilo me deu um ânimo que vocês não imaginam! Mas enquanto conversávamos eu bem que tentei fazer cocô kkkkkk…. Voltamos para o quarto. Aí não consigo me lembrar muito bem a ordem em que as coisas aconteceram, mas vou ir dizendo da maneira que me lembro. A Lê tem uma irmã que é enfermeira e estava de plantão no momento do meu parto. Ela chegou no quarto não me lembro para que hahaha, mas sei que chegamos no assunto do toque. Ela fez eu eu estava com 8 de dilatação. Aí eu pensei : “estou com 8, ainda faltam 2. Se eu fizer força agora, vai me machucar tudo por dentro, ainda faltam 2 e depois ainda tem o expulsivo”. Outra contração, ela já não doía tanto, era bem mais suportável. E com ela a tal vontade de fazer cocô. Abrindo um parênteses aqui: Quando se tem vontade de fazer cocô durante a fase de trabalho de parto ativo e quando as contrações estão bem constantes e com poucos intervalos e a ;;mulher entra na partolândia, não é vontade de fazer cocô. São os chamados puxos, que a vontade involuntária do corpo de fazer força. Mesmo que vc não queira, a vontade está lá e vc vai fazer, mesmo sem querer hahahaha. Veio outra contração, fui para o chão, ajoelhei me apoiei na cadeira. Nesse momento a Lu chegou no quarto, ela me pediu para fazer um toque eu disse que sim. Ela olhou para mim sorridente e me disse mostrando no dedo dela: “Lary, falta isso para ele nascer!” Era mais ou menos uns 4 cm. Nossa, aí sim eu me animei, porque do último toque que estava com 8 para já estar nos puxos (expulsivo) foram apenas 25 minutos!

 

Vale a pena lembrar que eu já não sentia dor nenhuma. Para mim o expulsivo não doeu, nem do primeiro parto e nem nesse. A próxima contração veio, fiz força e senti ele descer mais um pouquinho. Na próxima eu gritei: “Vem Joséeeeee” kkkkk… senti ele girar dentro de mim. Nesse momento eu perguntei se o Dr. Vini estava ali, me disseram que ele estava vindo. Veio o Círculo de Fogo – Uma queimação intensa na vagina que acontece quando o bebê está coroando. Tentei colocar a mão para sentir ele, mas na posição que eu estava não conseguia me soltar da cadeira se não iria cair, até encostei mas logo segurei na cadeira de novo. Próxima força senti a cabeça dele e então respirei e fiz uma força ainda maior. Senti o José escorregar, todo quentinho. Ele caiu no travesseiro que haviam colocado em baixo para ampará-lo, eu fui para trás, peguei o meu pedacinho de amor, sorri, chorei, amei! Beijei sua testa, senti o seu cheirinho, cheirinho de baunilha, o mesmo que o Benjamim tinha quando nasceu. Coloquei ele no seio para mamar, ele não mamou, faz ficou lambendo o bico do seio. WhatsApp Image 2017-03-01 at 22.04.31

 

Nesse momento o Dr. Álvaro chegou– Pediatra que escolhemos para acompanhar o parto – Foi o papai quem cortou o cordão umbilical. Depois que terminei de lamber minha cria, entreguei o José para a enfermeira que o levou até o Dr. Álvaro ali mesmo dentro do quarto aonde foram verificados os sinais vitais e testes necessários e cuidou do umbigo. Nesse momento já havia me levantado e ido para a cama com a ajuda da Lê e da enfermeira e José estava comigo “mamando”. Depois de um tempo o marido levou o José para pesar, medir e tomar as primeiras vacinas – Vitamina K e Hepatite. A Lu estava comigo acompanhando a dequitação da placenta – que é quase um outro parto, mas em nível bem menor hahaha . Dr. Vini chegou! Que alegria vê-lo, mesmo ele não tendo conseguido chegar a tempo, pois o parto foi a jato e pegou todos de surpresa devido a sua evolução. Ele me abraçou e me beijou, deu as boas vindas ao José, me parabenizou e ficou ali até que a placenta saísse. Demorou um pouco para sair, e enquanto isso conversávamos sobre o parto. Ele me examinou, não tive nenhuma laceração. José nasceu as 14:08 com 50 cm e pesando 3.340. Fui tomar banho, a Lê ficou comigo no banheiro caso precisasse dela. Lavei os cabelos, tomei banho e me troquei sozinha. Quando saí do banho o José e o marido já estavam lá me esperando. A Lê se despediu e foi embora. Comi o lanche que o marido havia comprado na hora do almoço, um big mac e batata frita com fanta laranja. Parir dá fome meu povo, por isso se chama trabalho de parto, trabalhei muito kkkkkk.

 

Agradecimentos: Gente, o parto é sim da mulher, mas ter uma equipe por trás que acompanhe, respeite, incentive e apoie suas decisões, é fundamental! E eu graças a Deus tive esse privilégio. Contei com uma equipe maravilhosa desde fotógrafa, doulas – porque mesmo as outras não estando presentes no parto, foram fundamentais durante toda a gestação- enfermeiras, pediatra, obstetra e o Marido, claro!

 

Mamãe e Papai – Obrigada por me incentivarem durante toda a gestação, por acreditarem em mim, por me acolherem na casa de vocês durante a reforma da minha. Obrigada por sacrificarem os dias finais da minha gestação para ficarem comigo enquanto o Miguel trabalhava. Obrigada por ficarem com o Benjamim para que eu pudesse descansar e por ficarem com ele enquanto estive no hospital. Sem vocês eu não seria nada, vocês são meu exemplo. Deus os abençoe com muita saúde e alegrias. Amo vocês demais!

 
Lygia – Muito obrigada por fazer parte do momento mais importante da minha vida. Obrigada por registrar os melhores momentos desse processo de trazer uma vida ao mundo. Obrigada pela massagem, pelas palavras de apoio, e por todo o carinho que vc me deu no final de tudo. Deus abençoe vc e sua família, seu trabalho e seus planos.

 
Lu – Não tenho palavras para agradecer por estar comigo mais uma vez, por acreditar em mim e me incentivar quando estava me sentindo cansada. Deus continue abençoando seu trabalho e que mais famílias possam ter um parto cheio de amor.

 
Lê – Meu amor, obrigada por estar comigo durante toda a gestação, por pintar minha barriga, pela visita um dia antes do parto, pelas msgs trocadas durante o dia e a madrugada, pela paciência em responder todas as dúvidas que por incrível que pareça ainda temos mesmo no segundo parto. Sua presença foi essencial. Sem vc eu não teria conseguido. Não iria aguentar as dores sem suas massagens com os óleos maravilhosos que fizeram relaxar, descansar entre uma contração e outra. Obrigada por “dançar” comigo nos momentos de dores. Obrigada pelo apoio, incentivo, carinho, amor. Que Deus te use para ajudar outras mulheres a desconectar do mundo e concetar com o seu eu.

 

Dr. Álvaro – Pessoa maravilhosa, cheio de amor pelo o que faz, não é daqueles médicos tradicionais, ele estudou, se atualizou e é um médico que respeita o nascimento da maneira que merece ser. Deus te abençoe Dr.

 

Dr. Vinícius – Palavras jamais conseguirão expressar o meu agradecimento e a minha admiração pela sua pessoa. Profissional altamente qualificado para exercer a profissão, mas antes de um excelente profissional é um ser humano maravilhoso! Agradeço a Deus por ter te encontrado, por ter te escolhido para me acompanhar no pré natal. Obrigada pelas nossas conversas nas consultas, por esclarecer minhas dúvidas, por dividir informações, por sempre me incentivar, por me ajudar muitas vezes através de msgs, por me responder sempre rapidamente. Quero que saiba que mesmo não estando presente fisicamente no momento do nascimento, estará sempre presente nos meus pensamentos e em meu coração, pois sem você não seria possível que o José viesse de forma tão respeitosa. Obrigada por tudo, principalmente pela amizade que temos agora. Deus abençoe sua família, sua profissão e sua vida pessoal. Gratidão!

 

João Miguel – Mozi, de todos os que eu citei acima você com toda a certeza foi o mais importante nesse processo todo, pois se eu não tivesse o seu apoio, incentivo e admiração, eu jamais optaria em ter tido dois partos naturais, você foi peça chave! Muito obrigada por me acompanhar nas consultas, nos exames, sei que as vezes você não conseguia ir por conta do trabalho, mas você sempre se esforçava. Obrigada por pesquisar comigo, por dividir das mesmas opiniões e ideias em relação a humanização do parto. Obrigada por no momento do trabalho de parto ativo me deixar animada e me lembrar o porque eu estava ali: pelo nosso filho! Obrigada porque na minha fraqueza foi foi a minha força! Te amo com todas as minhas forças. Deus abençoe nosso amor, nossa família, Deus abençoe você!

 

Deus – O meu principal agradecimento é ao Senhor, pois sem ti eu não teria engravidado, não teria a equipe que tive, o marido que tenho. Obrigada meu Deus por atender os meus simples pedidos: Que acontecesse de madrugada, que estivesse chovendo, que minha bolsa rompesse, que o parto fosse rápido e que eu não tivesse laceração.

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Parabéns Lary, José, Benjamin e João Miguel…obrigada por compartilharem conosco mais um momento tão especial e sublime da vida de vocês <3

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